Crescimento

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GRI G4-EC2

A plataforma de crescimento de geração da AES no Brasil é a AES Tietê. Buscamos tal crescimento visando, principalmente, à diversificação de nosso portfólio de geração.

Levando em conta o risco hidrológico que comprometeu a energia gerada por hidrelétricas nos últimos anos, no nosso portfólio há projetos de fontes renováveis, como solar e eólica. Também avaliamos termelétricas a gás natural com turbinas de última geração (Séries H e J), a mais alta eficiência já obtida por equipamentos do tipo. Elas são capazes de converter até 61% do poder calorífico do gás natural em energia elétrica e consomem menos água por MWh gerado.

Além disso, os projetos avaliados garantem níveis de emissões de CO e NOx abaixo do estabelecido nas mais rígidas legislações mundiais, por meio da própria tecnologia disponível ou de tecnologias adicionais ao sistema de geração, como tratamentos catalíticos de gases efluentes, para redução de emissões.

Na análise dos empreendimentos, consideramos a viabilidade econômica, retorno financeiro e a minimização de impactos socioambientais para a tomada de decisão.

Entre os principais projetos baseados em fontes renováveis e térmicas, estão:

  • Termo São Paulo: usina termelétrica de 503 MW (consumo de 2,1 milhões de m³/dia de gás natural) no Município de Canas, São Paulo. Investimento estimado: R$ 1,6 bilhão;;
  • Termo Araraquara: A AES Tietê possui uma opção de compra no projeto da usina termelétrica de 579 MW (consumo de 2,2 milhões de m³/dia de gás natural) no Município de Araraquara, São Paulo. Investimento estimado: R$ 1,7 bilhão..

Ambos os projetos de usinas termelétricas a gás natural – Termo São Paulo e Termo Araraquara – estão localizados no estado de São Paulo e têm como fatores de sucesso a proximidade à transmissão, proximidade ao gasoduto, disponibilidade de água, topografia plana, fácil acesso rodoviário e distância do centro urbano.

Os projetos já obtiveram a licença ambiental prévia (LP) necessária para a participação em novos leilões de energia. Atualmente, estão prontos para participarem de leilões.

A principal frente de desenvolvimento dos projetos tem sido a cadeia de suprimento de gás. O desafio é encontrar contratos de suprimento de gás natural de longo prazo com a flexibilidade requerida e com patamares de preço aderentes ao custo variável de produção requerido. A AES Tietê vem buscando alternativas para o suprimento de combustível, junto à Petrobras e à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

  • Projeto Solar Água Vermelha I: usina fotovoltaica de 30 MW no Município de Iturama, Minas Gerais. Investimento estimado: R$ 200 milhões;
  • Projeto Solar Água Vermelha II: usina fotovoltaica de 150 MW no Município de Ouroeste, São Paulo. Investimento estimado: R$ 1 bilhão.

Ambos os projetos AGV I e AGV II serão desenvolvidos com painéis fotovoltaicos policristalinos com vida útil estimada de 25 anos. O terreno onde os projetos serão instalados está localizado nas proximidades da usina hidrelétrica de Água Vermelha, da AES Tietê, dividida entre os estados de São Paulo e Minas Gerais. Em função dessa proximidade com a hidrelétrica, os projetos solares serão beneficiados com a racionalização do uso da mão de obra de operação e manutenção já existente no local. Além disso, pelo fato de o ponto de conexão a rede elétrica ser adjacente aos terrenos dos projetos, os custos de implementação do sistema serão drasticamente reduzidos.

A AES Tietê irá submeter o projeto nos próximos leilões específicos para energia solar previstos em 2016.